O livro faz uma crítica sobre a forma que os meios de comunicação lidam com as notícias a serem passadas aos espectadores e mostra como a luta pela liderança torna sensacionalista o jornalismo.
O autor revela que os veículos não se importam mais com o fato da notícia ser real,
desde que ela surpreenda quem a acompanhe.
A mídia, que antes demitia seus jornalistas quando “criavam” matérias sobre assuntos chocantes, hoje vê no mimetismo midiático (informação dada sempre com urgência que acaba virando uma “bola de neve”) e na hiperemoção (choque emocional causado no espectador) uma forma de conseguir maior audiência, mesmo que tudo não passe de uma grande mentira.
Outro aspecto apontado por Ramonet é de como a mídia encobre guerras com informações de soldados concentrados e prisioneiros sem sofrer violência, ao contrário do que se passa ao fundo.
Além disso, também é apontado o poder midiático sobre a política – que no caso do Brasil, pode ser entendido nos dois últimos capítulos de “História da Imprensa no Brasil”, de Martins e De Luca – onde através dos veículos de comunicação, formamos a opinião sobre políticos após escândalos descobertos.
Grupo 4
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